Especialistas falam sobre bronzeamento

Postado por Tati Modelski en ,
Com a chegada do verão, o que mais se vê são "camarões andando nas ruas" pessoas super queimadas, muitas vezes hiper vermelhas, resultado de exposição excessiva e sem proteção adequada ao sol. Para esclarecer algumas dúvidas referentes a bronzeamento, alguns especialistas responderam a algumas perguntas referentes ao assunto:


1 - Além de satisfazer a vaidade, qual a importância do bronzeamento para o corpo?


O bronzeado intenso só vale para agradar a vaidade, não é sinal de saúde. “Ele indica que a pele foi agredida”, ensina a dermatologista Ediléia Bagatin, da Universidade Federal de São Paulo. Já aquele leve ar corado de quem tomou um pouco de sol é diferente: “Isso, sim, é fundamental”, diz a especialista. O sol leva o organismo a absorver a vitamina D — substância que nos ajuda a aproveitar o cálcio da comida. Esse mineral, sempre é bom lembrar, é indispensável para a formação e a manutenção dos ossos. Em resumo, uma pitada de sol é capaz de prevenir a osteoporose, doença em que o esqueleto fica enfraquecido. No entanto, meia hora de exposição aos raios solares por dia já é o suficiente para você obter os benefícios. “Faça isso sempre antes das 10 e depois das 15 horas”, recomenda Ediléia.


2 - Alguns alimentos podem acelerar o bronzeamento?


Quem se esbalda com cenoura, beterraba, mamão ou caqui dá a impressão de que se bronzeia mais depressa. Essas comidas não estimulam o pigmento da pele, a melanina, como no verdadeiro bronzeado. Na verdade, elas são ricas em outro pigmento, o caroteno, que se deposita na pele. “Essa substância lhe dá um tom amarelado”, conta Ediléia Bagatin.


3 - Os autobronzeadores oferecem algum risco à pele?

Não, a menos que o indivíduo tenha alergia aos seus componentes. “O único problema é que esses cosméticos são à base de corante e eles podem deixar algumas manchas”, alerta a dermatologista Zilda Najjar, da Universidade de São Paulo. “Nesse caso, a pessoa ficaria com faixas de ‘cores’ diferentes.” Os pigmentos presentes na fórmula dos autobronzeadores impregnam a pele e, assim, podem “bronzear” sem sol. Se a sua escolha recair sobre eles, lembre-se de passá-los só uma vez por dia e no corpo inteiro de maneira uniforme, para evitar aquele efeito zebra.


4 - É verdade que existem pessoas alérgicas ao sol?

Sim, é verdade. Para alguns indivíduos um simples banho de sol é capaz de provocar erupções dolorosas na pele. “No entanto, esse problema não é comum”, garante a dermatologista Ediléia Bagatin. No caso, pode-se dizer que existe mesmo uma alergia ao sol. Só que essa reação alérgica nunca aparece do nada. “Ela é mais freqüente quando a pessoa já tem alguma doença de pele ou está tomando algum remédio.” As drogas mais perigosas, nesse aspecto, são os antibióticos e as pílulas anticoncepcionais. “Eles aumentam a sensibilidade aos raios solares”, esclarece a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo.


5 - Os bronzeadores à base de urucum são os melhores?

“Não, isso é um absurdo”, alerta Ediléia Bagatin. “Em primeiro lugar, o termo bronzeador não deveria nem existir. Isso porque não há nenhum produto capaz de estimular o bronzeado.” Em outras palavras, só a radiação solar consegue estimular a melanina, o pigmento que escurece a pele. O que existe na formulação dos cosméticos são outros pigmentos que se depositam no corpo e enganam os olhos, conferindo o tom alaranjado. E muita atenção: o urucum é totalmente contra-indicado. “Ele provoca queimaduras, pois seus componentes aumentam a ação dos raios ultravioleta”, diz Ediléia.


6 - O que devo fazer para evitar o ressecamento e tratar as queimaduras?

O calor do sol acaba ressecando a pele. “Para impedir que isso ocorra, use sempre um filtro solar com creme hidratante”, recomenda Zilda Najjar. É preciso repor a água perdida. Por isso, também tome um banho rápido, de preferência frio ou morno, depois da exposição. Já o tratamento das queimaduras vai depender da gravidade delas. “Se forem só bolhas pequenas e superficiais, que se rompem durante o banho, evite o sol por uma semana e use um creme hidratante”, ensina Zilda. “Mas, se elas forem grandes e profundas, não deixe de procurar um médico.”


7 - O bronzeamento artificial leva ao câncer de pele?

“Se ele for realizado com freqüência, pode levar, sim, ao câncer de pele”, afirma Shirlei Borelli. As câmaras de bronzeamento artificial emitem separadamente os raios ultravioleta A e B ou os dois juntos. Hoje em dia, as mais comuns são aquelas que usam apenas o UVA. “Elas são menos cancerígenas do que as de UVB apenas, mas também levam aos tumores com o tempo”.


8 - Os bloqueadores e os filtros solares devem ser usados mesmo em dias nublados e chuvosos?

Sim, pois os raios ultravioleta — aqueles que provocam o envelhecimento precoce e o câncer de pele — não têm nenhuma dificuldade para passar pelas nuvens. E mais: num dia nublado a radiação infravermelha, que dá a sensação de calor, não chega até nós. “A gente perde a noção de termômetro e não percebe que está se queimando”, diz Ediléia Bagatin. Portanto, nunca deixe de se proteger.


9 - Quantas vezes por semana eu posso usar essas camas de bronzeamento artificial? É preciso aplicar filtro solar?

“É melhor que a pessoa esteja sem nenhum produto sobre a pele no momento do bronzeamento artificial, a não ser em áreas muito sensíveis, como os mamilos”, opina Shirlei Borelli. A freqüência de exposição varia de pessoa para pessoa. Mas a prática é desaconselhada pela imensa maioria dos especialistas. “Em princípio, ninguém deveria submeter-se ao bronzeamento artificial”, aconselha Maurício Alchorne, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Se, por acaso, a pessoa for um artista ou um modelo e tiver realmente a necessidade de mudar o tom da pele por causa do trabalho, tudo bem, desde que o uso dessas câmaras não se torne um hábito.” Aí, sim, mora o perigo.

10 - O bronzeamento artificial deixa a pele envelhecida?

Sim. E muito. Uma das características das ondas ultravioleta A — as mais freqüentes nas câmaras de bronzeamento — é que atingem as camadas mais internas da pele. Assim, há menos chance de causar vermelhidão e queimaduras do que a luz solar natural. “Em compensação, como essa radiação penetra mais profundamente, acaba provocando um envelhecimento muito mais acelerado”, revela Zilda Najjar. O risco de câncer também pode ser maior.
Vale lembrar que a modalidade de bronzeamento artificial feita em câmaras de emissão de radiação ultravioleta está proibida pela Anvisa desde 2009.

Devo confessar que detesto sol, sou hiper branquela e quando vou ao sol, se não usar protetor solar fator 30 (no mínimo) fico hiper vermelha (tipo camarão), adoraria pegar um bronze, acho lindo, mas o que me conforma é que um dia me falaram que a corzinha de hoje é a ruguinha de amanhã! Então está tudo ótimo! Em breve postarei sobre bronzeamentos alternativos que não agridem a pele!

Fonte: Abril/Saúde

1 comentários:

jacques disse...
7 de dezembro de 2010 16:47

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Ele contem nanocápsulas de flavonoides de frutas cítricas que inibem a síntese de melanina, diminuindo a hiperpigmentação.assim como ativos com ação hidratante, Antiinflamatória e anti-edematosa. Contem silanol com ação refirmadora, acido marunico com efeito quelador e Algisuim C com efeito anti-glicolização.

E um dos lideres de mercado de institutos na França e o resultado é simplesmente glamouroso como a origem dele, produzido em MÔNACO, NA RIVIEIRA FRANCESA .


ELE É TAMBÉM PRESCRITO POR DERMATOLOGISTAS.


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Estudo 1 : período 6 horas
Diminuição em 21% da taxa de peróxidos cutâneos

Estudo 2 : período 60 dias
Medições: 60% das voluntárias apresentaram clareamento da hiperpigmentação, medido por cromatômetro.
Avaliações sensoriais: 100% das voluntárias julgaram sua pele 'mais bonita', 100% mais suave e macia, 90% mais lisa, 80% com manchas mais claras, 60% com diminuição do tamanho das manchas, e 40% que suas manchas desapareceram. A associação foi apreciada e bem tolerada por todas as voluntárias.

consulte os sites ( são sites técnicos e não de venda):

www.asepta.com ( da França )
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